Me dei conta hoje do espelho que eu sigo - a fruvilidade.
Sutileza que quase não encosta, quase não toca,
não pertence.
Dei conta da morte justo a encontro da borboleta despedaçada.
cruzou o distraimento do meu passeio de hoje.
- Pensei no momento: que pobre esta que já foi!
Disto percebi o sofrimento por um dia, o que se dá a tal morte.
Portanto, disso não me permito sofrer mais.
Até o dia de minha, felicidade.
' . '
Quando me perceber podendo escolher...
escola escola escolha.
-
-
A educação por exemplo é preocupante.
as coisas, naturalidade. De que maneira preserva.
A naturalidade das coisas; abre mão da rididez inerentemente perfeccionista em nome de um dom,
de uma forma de raciocínio que não seja do bom grado moldurado nos quadros de certficações.
Sou...arte, simbolos.
Sou flúido e incerto por mim. Só posso saber do ser que se trata no passo que chega.
Nem antes, nem depois.
Borboletas no estômago
as borboletas duram apenas 1 dia, ainda bem. Assim podem renascer a cada novo!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
A filosofia de Padman.
...digo Padman pois é dele que atualmente me inspiro na fonte da leitura.
O sujeito me escreveu a respeito das opções perante a dor, me fez perceber que temos dois caminhos a seguir perante o sofrimento que, segundo ele, é inerente ã sobrevivência (e eu concordo com isso).
O primeiro caminho é expansivo.
Neste o controle opera sobre as desarmonias e o sujeito que escolhe este caminho busca reduzir a dor usando controles artificiais e duais.
Traduzindo, penso que estes artifícios duais e artificiais sejam coisas que esperamos dos outros, ou coisas que compramos sei lá porque, coisas que reclamamos e não mudamos por nós mesmos sabe??
Entende essa iluminação?
Pratiquemos a calma e a busca pela diminuição da dor em nós, não é tão difícil parar e ficar em silêncio, pensando qual deve ser o caminho que vc pode construir a partir de você.
A dor existe, pelo menos em mim ela sempre axistiu. E tenho certo orgulho de dizer que isso regou momentos e idéias sublimes dentro da minha cabeça. Meus tijolos foram pintados e repintados quantas vezes quis e quero ainda. Repintá-los!
Use os seus tijolinhos.
'A Jóia dos Desejos'
Padman Samthen
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
o giro
Costumava passar pelo mundo tentando repercebê-lo; pois têm momentos que isso sofro dentro de mim.
perdão a sutileza das palavras, quis brincar.
A menina, a vizinha, ela brinca e lá embaixo - ta bom até demais.
Pois quando deixa de ficar "bom demais" e fica:
"não sei se gosto mais", de novo o giro do mundo, a roda - tempo.
Não sei mais se quero brincar só disso aqui, não sei...
Que roda escolho girar?
...fim de tarde.
perdão a sutileza das palavras, quis brincar.
A menina, a vizinha, ela brinca e lá embaixo - ta bom até demais.
Pois quando deixa de ficar "bom demais" e fica:
"não sei se gosto mais", de novo o giro do mundo, a roda - tempo.
Não sei mais se quero brincar só disso aqui, não sei...
Que roda escolho girar?
...fim de tarde.
domingo, 5 de dezembro de 2010
Trash.
O jogo, as forças - o pensar.
Exigente como uma bela obra de arte;
E tal qual a obra, está seu criador.
O homem.
Pensador, existente,
emocionalmente exposto ao mundo.
Sentir é o que nos coloca lá,
existência sentida.
Desejar não, isso nós sabemos fazer.
Passamos a existir quando percebemos o nosso.
Onde, qual é a oferta que mais me aguça os sentidos?
Desejo e pensamento (racional) não coexistem.
A racionalidade se torna emocional
Sendo assim, homem 'emocionalmente racional'.
Ideologia!!
Sinto e sangro por isso.
Trash.
Exigente como uma bela obra de arte;
E tal qual a obra, está seu criador.
O homem.
Pensador, existente,
emocionalmente exposto ao mundo.
Sentir é o que nos coloca lá,
existência sentida.
Desejar não, isso nós sabemos fazer.
Passamos a existir quando percebemos o nosso.
Onde, qual é a oferta que mais me aguça os sentidos?
Desejo e pensamento (racional) não coexistem.
A racionalidade se torna emocional
Sendo assim, homem 'emocionalmente racional'.
Ideologia!!
Sinto e sangro por isso.
Trash.
domingo, 10 de outubro de 2010
incompletude
'A maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.'
(Manoel de Barros)
Ficar de pé tentando alcançar ou realmente decidir voar?
Eu decido voar...
Borboletas, as tais 'psicallis' aos quais homenageei neste ´diário de bordo', elas permanecerão durante meu voo na medida que, são elas, o motivo de minha paixão, antes mesmo de experimentar o que seria isso. São guardiães do submundo, é como se escondessem o motivo da minha busca.
Psicallis - Psicanálise - Borboletas
é a sua incompletude.
Nesse ponto sou abastado.
Palavras que me aceitam como sou - eu não aceito.
Não agüento ser apenas um sujeito que abre portas,
que puxa válvulas, que olha o relógio,
que compra pão às 6 horas da tarde,
que vai lá fora, que aponta lápis,
que vê a uva etc. etc.
Perdoai
Mas eu preciso ser Outros.
Eu penso renovar o homem usando borboletas.'
(Manoel de Barros)
Ficar de pé tentando alcançar ou realmente decidir voar?
Eu decido voar...
Borboletas, as tais 'psicallis' aos quais homenageei neste ´diário de bordo', elas permanecerão durante meu voo na medida que, são elas, o motivo de minha paixão, antes mesmo de experimentar o que seria isso. São guardiães do submundo, é como se escondessem o motivo da minha busca.
Psicallis - Psicanálise - Borboletas
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a
forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam
sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos
fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Há situações onde só a verdade serve. Momento o qual serve para decidirmos seguir em frente sinceros com nós mesmos ou continuarmos a seguir tal caminho, mesmo sabendo que não é o que acreditamos, é apenas o que queríamos acreditar.
É necessário ousar, dar o primeiro passo para que o tempo não nos devore.
Ouvi um sábio uma dia que me disse, temos que aprender o máximo possível jovens pois quando atingimos a maturidade, nos resta pouco tempo de sanidade. Sanidade?
Sim, aquela sanidade criada por nós mesmos, àquela que corresponde ao que concordamos ser o mais verdadeiro conosco. É fácil colocarmos no mundo as nossas frustrações, mas o que você fez para chega onde acredita ser o certo, até quando o desejo de permanecer inerte e asfixiado numa situação não te paralisou.
Para crescer: auto- sinceridade, auto-analisa, auto-reflexão, auto-destruição – coragem!
Tendemos à comodidade, ao sonho, buscamos a fantasia que melhor preenche a falta imaginária!
Por que imaginária?
A falta esta no corpo, na mente, no comportamento. Quando não se está na falta se está onde? Quando se está completo em algo, deixamos de existir, não se existe, pois falta o ar, a paixão, os delírios...
A paixão nos movimenta, pois ela faz a imagem irreal de algo real, e nos força a alcançar o inalcançável.
Poesia = paixão – movimento onírico, tentar chegar onde não se pode = crescer tentando.
forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam
sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos
fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
Há situações onde só a verdade serve. Momento o qual serve para decidirmos seguir em frente sinceros com nós mesmos ou continuarmos a seguir tal caminho, mesmo sabendo que não é o que acreditamos, é apenas o que queríamos acreditar.
É necessário ousar, dar o primeiro passo para que o tempo não nos devore.
Ouvi um sábio uma dia que me disse, temos que aprender o máximo possível jovens pois quando atingimos a maturidade, nos resta pouco tempo de sanidade. Sanidade?
Sim, aquela sanidade criada por nós mesmos, àquela que corresponde ao que concordamos ser o mais verdadeiro conosco. É fácil colocarmos no mundo as nossas frustrações, mas o que você fez para chega onde acredita ser o certo, até quando o desejo de permanecer inerte e asfixiado numa situação não te paralisou.
Para crescer: auto- sinceridade, auto-analisa, auto-reflexão, auto-destruição – coragem!
Tendemos à comodidade, ao sonho, buscamos a fantasia que melhor preenche a falta imaginária!
Por que imaginária?
A falta esta no corpo, na mente, no comportamento. Quando não se está na falta se está onde? Quando se está completo em algo, deixamos de existir, não se existe, pois falta o ar, a paixão, os delírios...
A paixão nos movimenta, pois ela faz a imagem irreal de algo real, e nos força a alcançar o inalcançável.
Poesia = paixão – movimento onírico, tentar chegar onde não se pode = crescer tentando.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
início...
'-, e os amores são como os impérios; desaparecendo a idéia sobre a qual foram construídos, morrem junto com ele. A Insustentável Leveza do Ser (Milan Kundera )
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